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Músicas começadas por: T

Terra Amada

A minha terra
Terra abençoada
É um cantinho
Cheio de luz

Muito branquinha
Muito arborizada
O seu aspecto
De encantar seduz

Refrão:
Ó terra amada
Torrão natal
De ti tão longe
Sinto o meu mal
Oh,brisa
Por caridade
Leva em meu nome
Tanta saudade

Em sonhos vejo
Passar as varinas
Cantos alegres
Com trigo dourado

Em sonhos oiço
Tocar a matina
Na linda igreja
Do meu povoado

Refrão

Traçadinho

Vejo a lua duas vezes
E o céu está a abanar
Que diabo aconteceu
Como é que aqui vim parar

As pernas estão a tremer
Isto agora vai ser bom
Queria cantar um fadinho
Mas não acerto com o tom

Refrão:
Desta vez estou mesmo à rasca
Vou me pirar de mansinho
Não volto àquela tasca
Não bebo mais traçadinho (2x)

Tenho a guitarra partida
Esta noite é p'rá desgraça
Não conheço esta avenida
Afinal o que se passa

Esta vida é de loucos
Esta vida é ir e vir
Porque um homem bebe uns copos
Começa logo a cair

Refrão

Trovas Sentidas (Original)

Ser trovador é um fado
Cantar a todas as donzelas
Deter-se em qualquer lado
Trovar em frente às janelas

Faça frio, chuva ou sol
Esteja bom ou mau tempo
A voz da sua guitarra
São gritos, são mágoas soltas ao vento.

Refrão:
Saudade que encanta
Um sonho perdido...
Uma canção mágica,
um sol a brilhar,
um amor antigo.
Luz cintilante
Vozes ao vento.
Trovas de encanto
Palavras de dor
No seu pensamento.

Seu coração sempre chora
Quando vê outro a chorar
Sempre que o amor vai embora
Sem esperança de voltar

São cantigas de amigo
Ou cantigas de amor
Se um dia cantares comigo
Serás meu amigo, também trovador.

Refrão

Música e Letra: Paulo sérgio
Arranjo Instrumental: Abel S. Gonçalves



Tunos do Infante (Original)

Nós somos Tunos, Tunos do Infante
As canções são as nossas caravelas
Não esquecemos nem por um só instante
De cantar à beleza das donzelas.

Louras morenas... altas pequenas...
Não importa desde que sejam mulheres.
Tanto cantamos alegrias como penas
somos paus para todas as colheres.

Nós somos Tunos, Tunos do Infante
Pelo mundo queremos navegar
Envolvidos num combate incessante
Contra a seca que nos faz desafinar.

Tinto ou branco... maduro ou verde...
Não importa desde que seja do bom.
Fiquem sabendo que depois de morta a sede
Não há tuno que não acerte com o tom.

Letra: Dr. José da Silva Ferreira
Música: Abel S. Gonçalves