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A Escola Secundária de Maximinos e a homenagem à Tuna

17 Setembro 2009, por Jorge Ferreira

“Há dias, na Escola Secundária de Maximinos, em Braga, tive oportunidade de assistir à actuação da Tuna do Externato Infante D. Henrique, que ali se encontrava para abrilhantar a cerimónia de entrega dos diplomas aos alunos que, no ano anterior, concluíram o 12.º ano.

Foi um momento de grande envolvência cultural, uma vez que a tuna académica fazia a ligação entre os alunos que terminaram, no ano lectivo passado, na Escola Secundária de Maximinos, o Ensino Secundário, e que iniciam um novo percurso, agora no Ensino Superior. Aliás, a coincidência foi tal, que muitos alunos souberam qual foi a sua colocação no Ensino Superior, na própria escola, e momentos antes de se iniciar a cerimónia de entrega dos diplomas.

O elevado nível cultural que marcou essa cerimónia, ficou abrilhantada com a actuação da referida tuna, e ainda pela actuação musical do Prof. Jorge Antão e de Ana Sá, aluna do 12.º ano da Escola Secundária de Maximinos.

Uma vez que a Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique está a celebrar 20 anos de existência, a Escola Secundária de Maximinos acabou, também desta forma, por prestar uma homenagem a um grupo que tem desempenhado um enorme papel na divulgação das tradições e dos costumes das freguesias que compõem uma parte significativa dos concelhos de Braga, Barcelos e V. N. Famalicão.

A Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique nasceu em Março de 1989 e foi constituída por professores, alunos e funcionários da escola que lhe dá o nome. De início, o objectivo centrou-se apenas na ocupação de tempos livres destes elementos. Contudo, e à medida que o seu responsável máximo, professor Abel Gonçalves, entusiasmava e envolvia de forma crescente a comunidade, esta tuna passou por um processo de crescimento, que a levou a ser considerada, por alguns, como uma das melhores, e por muitos, como a melhor tuna do Ensino Secundário em Portugal.
A evolução qualitativa que esta tuna tem demonstrado ao longo destes vinte anos de existência, deve-se, como já referi, ao seu “Magister”, Abel da Silva Gonçalves, cuja vida, toda ela dedicada à música, está marcada por um percurso de enorme qualidade e envolvência musical e cultural.

Como curiosidade, basta referir que esta tuna nasceu em 1989 e: tem a mesma idade da Tuna Académica da Universidade de Évora (fundada em 1989); tem mais um ano que a Tuna Universitária do Minho, a Tuna da Universidade Católica Portuguesa e a Tuna da Universidade Portucalense (fundadas em 1990); tem mais dois anos que a Tuna de Medicina do Porto, a Tuna Académica da Universidade Lusíada do Porto e a Tuna Académica da Universidade Lusíada de V.N de Famalicão (fundadas em 1991); tem mais três anos que a “A Azeituna” – Tuna de Ciências da Universidade do Minho (fundada em 1992); tem mais cinco anos que a Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra (fundada em 1994); tem mais seis anos que a Tuna Universitária de Aveiro (fundada em 1995); tem mais sete anos que a “Augustuna” – Tuna Académica da Universidade do Minho (fundada em 1996); tema mais oito anos que a Tuna Académica de Lisboa (fundada em 1997); tem mais quinze anos que a “Tuna de La Universidade de León” e que a “Tuna Feminina do IPCA” (Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (fundadas em 2004) e tem mais dezassete anos que a “Atituna” – Tuna Feminina da Faculdade de Psicologia da Universidade do Porto (fundada em 2006).

Como diz o Dr. Manuel Augusto M. de Araújo, presidente da Assembleia Geral da Alfacoop, esta tuna faz “criar emoções, sentir desejos, chorar a saudade, estimular o amor, viver a alegria, fazendo sempre a Festa” (1), numa região que é nossa e que merece ser divulgada.

1- I FIHT – Festival Internacional Henriquino de Tunas – Braga, 2009”

in Correio do Minho

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I FIHT - Noite mágica no Theatro Circo de Braga

23 Junho 2009, por João Nascimento

Foi no passado dia 13 de Junho que decorreu, no Theatro Circo de Braga, o I FIHT – Festival Internacional Henriquino de Tunas.

Um Theatro Circo lotado e cheio de magia aplaudiu as sete Tunas que participaram no Festival de Tunas destinado a comemorar o vigésimo aniversário da Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique (bem como o vigésimo quinto aniversário da Cooperativa de Ensino ALFACOOP, C.R.L.), e que proporcionaram momentos de puro prazer e espectacularidade àqueles que lá se dirigiram para assistir!

O espectáculo começou com uma música de entrada da Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique, seguido de uma actuação muito agradável e com muita qualidade da atiTUNA.

Após isto, seguiu-se um dos momentos mais esperados da noite: a estreia dos Jograis Henriquinos! E a julgar pela reacção do público, foi muito bem sucedida! Os Jograis animaram o espectáculo com momentos de diversão e hilaridade, recriando, como é habitual nestas situações, uma sátira à sociedade portuguesa em jeito de comédia e música. Uma estreia em grande!

Seguiram-se as actuações das Tunas a concurso, cujo rol não poderia ter sido melhor escolhido! Iniciou-se com a Tuna da Universidade Portucalense do Porto, seguido da Tuna Académica da Universidade de Évora, Tuna de la Universidad de Leon e Tuna de Medicina do Porto. O público aplaudia com júbilo, sinal de que não estava indiferente à qualidade das Tunas que por ali iam passando. Tarefa difícil para o Júri!

Depois de um breve intervalo, a Tuna Universitária do Minho brindou os seus afilhados e os espectadores com uma magnífica actuação e não só! Durante a actuação, dedicaram uma música à Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique e tiveram um gesto de enorme nobreza para connosco, chamando-nos ao palco e atribuindo-nos, como gesto simbólico e de união entre ambas as Tunas (que esperamos e temos a certeza que será duradoura!), a capa do seu traje! A partir de hoje, com enorme orgulho, ao traje da Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique acrescerá a capa! O nosso muito obrigado, Padrinhos!

Após esta actuação entrou em palco a Tuna anfitriã, Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique! Com uma actuação sentida e de enorme prazer, dedicada a todos quantos a apoiaram ao longo destes tempos, a Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique conseguiu arrecadar aplausos e emoções da plateia de um Theatro Circo sublime e superlotado!

Convocando ao palco os antigos Tunos presentes na plateia, a Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique tocou o seu Hino, Tunos do Infante, cheio de sentimentalismo e nostalgia, mas ao mesmo tempo alegria e prazer, por ter em palco os seus antigos elementos!

Seguiu-se a entrega dos prémios. E neste particular, os prémios atribuídos foram os seguintes:

  • Melhor Porta Estandarte: Tuna Académica da Universidade de Évora;
  • Melhor Pandeireta: Tuna de Medicina do Porto;
  • Melhor Solista: Tuna de La Universidad de Leon;
  • Melhor Instrumental – “Dedos d’Ouro”: Tuna de Medicina do Porto;
  • Tuna Vencedora do I FIHT: Tuna de Medicina do Porto.

O Festival continuou no Sardinha Biba, num convívio entre as Tunas, que se prolongou pelo Domingo seguinte, até à partida das Tunas!

Até para o ano…

Às Tunas presentes no I FIHT queremos deixar o nosso agradecimento profundo por terem colaborado connosco e abrilhantado este Festival, tão importante para nós! O nosso muito Obrigado!

À nossa Escola, Externato Infante D. Henrique, à Cooperativa de Ensino ALFACOOP, C.R.L., ao Theatro Circo e à Câmara Municipal de Braga, o nosso bem haja por terem colaborado e terem estado presentes ao longo da organização deste Festival. Sem esta ajuda preciosa, o Festival não seria o mesmo!

Aos patrocinadores, o nosso profundo agradecimento por terem acreditado em nós!

Finalmente, àqueles que, de forma anónima ou não, sempre nos ajudaram e deram a cara por nós, uma palavra de apreço e gratidão. São muito importantes para nós!

Obrigado!

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I FIHT - Diário

23 Junho 2009, por João Nascimento

Decorreu no passado dia 13 de Junho pelas 21 horas no Theatro Circo de Braga o I Festival Internacional Henriquino de Tunas. Foi, sem mais, uma noite mágica!

A Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique traçou metas e delineou objectivos: fazer da comemoração dos seus vinte anos um evento inesquecível. Memorável. E assim foi!

Tudo começou na Sexta feira com a recepção a nuestros hermanos: Tuna de la Universidad de Leon. A sua boa disposição, humildade e simpatia cativaram desde logo a nossa atenção e hospitalidade. A estes juntaram-se os nossos Padrinhos, Tuna Universitária do Minho, com quem, feliz e orgulhosamente, temos vindo a estreitar relações, esperando ainda mais e melhores colaborações entre ambas as Tunas. Durante a noite de sexta feira, estas três Tunas passearam-se pelas ruas e esplanadas de Braga, prendendo a atenção dos que nelas se encontravam e espalhando um perfume das suas músicas, daquilo que se passaria no dia seguinte no Theatro Circo.

No sábado, de manhã, enquanto continuavam os preparativos, receberam-se as restantes Tunas: a alegria contagiante da atiTUNA, a boa disposição da Tuna Académica da Universidade de Évora e da Tuna de Medicina do Porto e a cordialidade da Tuna da Universidade Portucalense juntaram-se ao ambiente que transitava de sexta feira, criado pelas três Tunas (incluindo a nossa) que já se haviam integrado nas lides festivalescas.

Durante a tarde proporcionaram-se momentos de grande convívio e boa disposição entre os elementos de todas as Tunas, num churrasco (porco no espeto) no Largo do Paço até que as Tunas partiram num “mini passa calles”. Oferecendo às gentes de Braga (e quantas!!) momentos de lazer e diversão, as Tunas foram tocando várias músicas, partindo da Rua do Souto, passando pelo Chafariz e, por fim, Theatro Circo.

E só aí todos se começaram a aperceber da grandeza do Festival. 16h30m. Sim. Esta era a hora de começar o check sound e de apresentar às Tunas o Theatro Circo. As Tunas entravam em palco, cada uma na sua vez, para fazer o check sound na magnífica sala do Theatro Circo que, mesmo sem espectadores, se mostrava “assustadora”. Prova disso eram os nervos que alguns elementos apresentavam em cima do palco durante esses momentos.

Aí sim, começaram os nervos a crescer.

Os jograis reuniam-se, sem palavras, contemplando a beleza e monstruosidade daquela sala. Olhávamos uns para os outros, sem palavras. Porque não era preciso falar. Porque todos sabíamos o que os outros estavam a pensar. E porque partilhávamos esses pensamentos!

Era hora de jantar.

As Tunas concentravam-se no restaurante para, à pressa, fazer uma última refeição antes do espectáculo. Os elementos do Júri começavam a chegar. Apareciam também os primeiros amigos e familiares. Os primeiros espectadores. A tensão aumentava. (N.R. : à medida que escrevo este texto sinto-me lá, naquele local, naquela hora. Que não mais vou conseguir esquecer. Vivo as emoções como se lá estivesse novamente, no mesmo estado de nervos e ansiedade que naquele dia mal me deixaram falar com amigos, namorada e familiares antes de espectáculo começar!).

“Já não há bilhetes, o Theatro Circo está lotado”, ouvia-se à porta da bilheteira. Aumentava a responsabilidade e, consequentemente, o nervosismo. Contudo, sem razão! Havíamos feito tudo o que estava ao nosso alcance para proporcionar um belo espectáculo. Agora, pouco havia a fazer.

O espectáculo iria começar!

A azáfama nos bastidores do Theatro Circo era inimaginável! Começara a correria (imensa!) até estarmos alinhados em palco para tocar. A cortina sobe. Os nervos desapareceram! Por fim iríamos fazer aquilo que sabemos e que gostamos de fazer: tocar!!

E que bom foi ouvir e sentir o carinho de um público que nos diz tanto! Obrigado!!

Após a nossa primeira música, recolhemos aos camarins (a Tuna para o um e os Jograis para outro), antecipando aquele que seria o próximo momento de nervosismo da noite: a entrada (e estreia!) dos Jograis! Reunidos no camarim, eu, o Telmo, o Tiago, o Carlos e o Edu preparávamos a primeira intervenção, sempre abastecidos de um “calmante” (que só nós sabemos qual é! Mas funciona!!!). No entanto, no camarim reinava um silêncio ensurdecedor. Aquele silêncio que nos fala ao ouvido e diz: “A esta hora já não há nada a fazer. Divirtam-se!”. E assim foi. Divertimo-nos a fazer os Jograis. Estivemos em palco como se um convívio de sexta feira pós ensaio se tratasse. E esperamos que tenha resultado!

Então, viemos para baixo, até ao palco, para ouvir a atiTUNA a tocar. E que bem que soube! Foi a injecção de “calmante” que precisávamos! E então estreamo-nos!!

Por aqui ficariam todos os momentos de nervosismo e tensão da noite! A partir daqui tinha que correr bem. Só podia correr bem! E correu!!

A Tuna Universitária do Minho tocava e, enquanto aguardávamos nos bastidores (a seguir seria a nossa vez!) ouvimos chamar por nós: “Chamamos ao palco o Magister da Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique, e o seu Relações Públicas, Abel Gonçalves e João Nascimento”. Deslocando-nos ao palco, deparamo-nos com uma atitude muito nobre dos nossos Padrinhos, que nos atribuiram, à semelhança do que já haviam feito com a camisa do traje quando nos apadrinharam, a capa do traje. A partir dali a Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique carregaria uma responsabilidade ainda maior, atribuída pelos nossos Padrinhos, de quem muito nos orgulhamos! Aproveito para deixar uma palavra de apreço e gratidão ao Ricardo Mota (Magister) e ao Nuno Lima (Director) da Tuna Universitária do Minho, com quem tenho interagido nos últimos tempos (desde o FITU, onde também estivemos a convite da nossa Tuna Madrinha!), entre outros elementos, pois a sua colaboração, atenção e paciência foram, sem dúvida, alguns dos motivos que nos levaram a realizar um Festival com o sucesso que lhe foi reconhecido! Obrigado!

Foi um orgulho entrar em palco, a horas já tardias, e sentir o aplauso do público sem termos tocado ainda um acorde que fosse! Sentir que todos os elementos da Tuna tocavam cada nota do Instrumental de Vivaldi como se naquela época vivessem! Sentir as vozes e o movimento e contemplar a beleza de um Theatro Circo inesquecível e lotado durante a música Dezembro! (porque não cantamos sempre assim!?!? Eu sei, o Theatro Circo é mágico!). Sentir a calma e tranquilidade durante o Gosto de Ti! Sentir a voz mágica da Dianita durante o Lela! Sentir que temos pandeiretas (e bons!) e a voz poderosa do Carlos n’“O teu segredo”! Sentir o apoio e companhia dos antigos Tunos nos “Tunos do Infante” e na “Estudantina”! E, por fim, sentir que, àquela hora, os nossos amigos, familiares, conhecidos e desconhecidos estavam insensíveis ao cansaço de uma noite longa, de pé a aplaudir-nos numa noite mágica!

Obrigado.

Foi verdadeiramente impressionante.

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I FIHT - Festival Internacional Henriquino de Tunas

3 Maio 2009, por João Nascimento

A Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique apresenta o I FIHT – Festival Internacional Henriquino de Tunas, enquadrado nas comemorações do seu vigésimo aniversário (1989-2009) e integra-se no plano de actividades comemorativas dos 25 anos da Cooperativa de Ensino Alfacoop.

O I FIHT terá lugar no próximo dia 13 de Junho de 2009, no Theatro Circo de Braga, e contará com a participação das seguintes Tunas:

  • Tuna Universitária do Minho (Tuna Madrinha);
  • atiTUNA – Tuna Feminina de Psicologia e Ciencias da Educação da Universidade do Porto (Tuna convidada extra-concurso);
  • Tuna de la Universidad de Leon – Espanha;
  • Tuna da Universidade Portucalense – Infante D. Henrique – Porto;
  • Tuna Académica da Universidade de Évora;
  • Tuna de Medicina da Universidade do Porto.

Bilhetes à venda nas bilheteiras do Theatro Circo.

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Crítica "oficial" IV Fast’À Noite...

5 Abril 2009, por João Nascimento

“A cidade de Coimbra acolheu nos passados dias 27 e 28 de Março, a 4ª Edição do FAST’À NOITE, Festival de Tunas Mistas da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra, organizado pela Tu Na D’ESTES. O palco do Festival, subordinado ao tema “Disney” foi o Auditório da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra, contando com a participação das seguintes Tunas a concurso:

Estudantina Universitária de Viseu
ESTATUNA: Tuna da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes
Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique (Braga)
Desconcertuna: Tuna Mista da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra

O Festival teve início às 22h30 do dia 27, com lotação esgotada. Os 360 lugares sentados foram insuficientes para acolher tanta gente e foram ainda vendidos cerca de 40 bilhetes adicionais a pessoas que não quiseram perder este evento, assistindo ao espectáculo de pé ou sentadas nos degraus do auditório (entradas a 2€ para estudantes e 3,5€ para não estudantes).

A apresentação do espectáculo ficou a cargo de vários elementos da Tu Na D’ESTES que encarnaram o papel de diversas personagens do mundo da “Disney” alternando com a visualização de vídeos subordinados a temas tais como: Cinderela a caminho do FAST’ À NOITE (de carro de mão empurrado pelo “sininho”); Mickey à procura da Mini (cerveja, é claro!); Piratas das Caraíbas (a navegar no rio Mondego); Branca de Neve o os 7 anões gays; ou ainda alcoólicos anónimos com personagens Disney.

A abertura do festival coube a um grupo de percussão de Viseu, “Os Viriatos” que fizeram tremer o auditório com o som dos seus bombos e tambores.

(…)

Após um breve intervalo, subiu ao palco a Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique que foi uma das atracções do IV FAST’À NOITE, não só pelo facto não ser uma Tuna universitária, mas também pelo seu longo historial (desde 1989) e pela mistura de várias faixas etárias com destaque para o seu Magister (professor de 46 anos). Foi uma actuação de grande qualidade e rigor vocal e instrumental. Destaques para a panóplia de instrumentos apresentados (8 ou 9 bandolins e bandolas, violas, violinos, flauta transversal, flauta de bisel, contrabaixo…), para o seu intrumental de Vivaldi e para a interpretação dos temas “Gosto de ti” (original) e “Segredo” na voz do seu solista. Foram ainda apresentados os temas “Dezembro” e “Tunos do Infante”. Nota menos positiva apenas pela não adaptação da actuação ao tema do festival e por alguma monotonia ao longo da actuação, com muitas músicas num registo rítmico musical muito semelhante.

(…)

Grande noite em Coimbra com um público fervoroso e ansiando já pelo V FAST’À NOITE.”

in www.portugaltunas.com

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